REDAÇÃO UNESP - de 0 a 28

PESSOAL, OLÁ, NÃO TENHO CORREÇÃO ESTILO UNESP, POR ESSE MOTIVO, PEÇO ENCARECIDADENTE A OPNIÇÃO E A AVALIAÇÃO DE VOCÊS SOBRE A MINHA REDAÇÃO. DESDE JÁ AGRADEÇO…
OBS: CRITICAS SÃO BEM VINDAS…~
edt: revisei alguns erros.

TEMA: Escravidão no século XXI e sua relação com o desenvolvimento econômico

“O Cortiço” de Aluísio Azevedo, retrata em seu enredo a exploração de Bertoleza, escrava fugitiva, por João Romão, seu marido, que pratica tal ato errôneo somente para aumentar a sua fortuna em bens materiais. Nessa perspectiva, de modo análogo ao romance naturalista, frequentemente, o almejo pelo desenvolvimento econômico pessoal corrobora o crescimento de trabalhos análogos à escravidão, assim como ocorre no livro Nesse viés, a inobservância estatal consoante com a desigualdade social crescente na contemporaneidade intensificam esse impasse.

A princípio, vale ressaltar que a pouca prioridade e a fraca efetividade da fiscalização proporcionada pelo Estado, infelizmente, facilitam o descumprimento de normas que julgam tais ações infracionais. Nesse sentido, apesar ser estabelecida pelas diretrizes da Cartilha dos Direitos humanos da ONU a ilegalidade da escravidão, muitas vezes, a insuficiência estatal não permite a total asseguração desses indivíduos que têm que se submeter a trabalhos em circunstâncias indignas. Dessa forma, postos empregatícios sem averiguação efetiva dos governos, tristemente, aproveitam a brecha fiscal para benefício econômico próprio sob a exploração de trabalhadores mal remunerados e com jornadas exaustivas.

Ademais, a carência econômica e a falta de oportunidades facilitam que muitos indivíduos aceitem passar por condições análogas às do trabalho escravo. Conforme o Índice de Gini, indicador de desigualdade mundial, tanto os países desenvolvidos quanto os subdesenvolvidos enfrentam dificuldades em nivelar arrecadação monetária em sua população, o que revela a discrepância na concentração de capital entre os indivíduos em meio à sociedade e a desigualdade social em diversos países. Dessa maneira, a escravidão moderna figura-se como empecilho para igualdade, visto que, com as precárias condições, a parcela da sociedade com baixo saldo econômico empobrece cada vez mais, na mesma proporção em que a parcela com maior poder aquisitivo enriquece.

Em suma, é facto que a escravidão que esteve presente no passado, contexto no qual se passou o livro “O Cortiço”, tem raízes históricas que assolam a contemporaneidade. Portanto, tal problemática deve ser severamente combatida no cenário atual para que o desenvolvimento econômico das nações não interfiram na dignidade dos indivíduos. E, somente assim será possível erradicar o malefícios da escravidão moderna no século XXI e aperfeiçoar a harmonia da sociedade, assim como está previsto na Cartilha dos Direitos Humanos promulgada pela ONU.

Luana, como está? Espero que bem!!

Sei que postou há dias, mas eu ando um pouco ocupada, me sinto até mal por não dar atenção o fórum.
Sobre sua redação: ela está muito bem escrita, você tem um ótimo vocabulário, tem um projeto de texto e é notório isso.

Uma dica que eu daria era você retomar “O Cortiço” na conclusão. Isso deixará seu texto cíclico (ajuda bastante a ganhar nota porque aumenta a coesão hehe)

Vou tentar olhar seu texto de novo por esses dias se der tempo, só não queria te deixar sem resposta!

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Oii Cá, estou muito bem e, vc? te compreendo, eu mesma, tbm, não estou tendo o tempo que eu esperava para dar atenção ao fórum, obrigada pela consideração. Aguardo, sem problemas… Vlw pelas dicass :smiling_face_with_three_hearts: