Uso de abreviações e estrangeirismos na Redação ENEM

Boa tarde, fórum. :slight_smile:

Tenho uma dúvida quanto ao uso de abreviações e estrangeirismos, mais especificamente, quanto a alguns mais consagrados.

Entendo que a regra seja não usá-los na redação do ENEM, preferindo sempre escrever por extenso e da forma mais acessível possível. Contudo, pergunto-me se há alguma exceção para, por exemplo, “i. e.” e “e. g.” (por serem muito comuns em alguns textos que leio, sem qualquer explicação prévia do autor), além de expressões consagradas em latim como “status quo” (pelo mesmo motivo).

Como usar esses termos citados? Há alguma exceção relevante a preferência pelo não uso de abreviações e estrangeirismos?

Oi, Vinicius, tudo bem? :smiley:

Não sou professora, mas vou tentar te ajudar até algum professor aparecer, ok?

Nas minhas redações, sempre que não expliquei alguma abreviação (até IBGE ou SUS), sinalizaram que era melhor eu ter escrito por extenso. Creio que alguma, por exemplo, DNA (foi o que eu pensei haha) não teria necessidade. Realmente não sei te dizer. Fico te devendo essa. Quando vou usar IBGE, por exemplo,uma coisa que faço é escrever por extenso na primeira vez e,caso eu vá retomar, eu uso a sigla. Fez sentido?

Sobre os termos em latim, acho que essas duas dúvidas podem te ajudar (me ajudou quando li).
Essa aqui fala, dentre outros termos, do status quo.

Outros exemplos

Espero que vá te ajudando até um professor responder melhor sobre isso!

:raising_hand_woman:t2:

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