Desafio ENEM do Zer0 - DES0P02 - Envie seu desafio aqui

E aí, galera, tudo beleza?

Bem-vindos ao fórum! Se vocês quiserem utilizar ele mais frequente, faça sua apresentação aqui :smile:

O nosso desafio de hoje tem a ver com ela, a temida (Ou devo dizer querida?) REDAÇÃO :heart: .

Você já fez a sua hoje? Então poste aqui nos comentários para cumprir o desafio! :heart_eyes:

Bora! :crazy_face:

47 Curtidas

O cantor Lulu Santos através da canção “Eu vejo a vida melhor no futuro” uma sociedade moderna ,sem muros de hiprocresia. Mas justa e coesa.No entanto, o que é visto na atualidade é antagônico à reflexão do produtos musical,visto que o Embate entre encarceramento e ressocialização de ex-presidiários. No Brasil, apresentam entraves, os quais impedem a concretização das ideias por Santos . Dessa forma .Fatores como o preconceito,inclusão social, além disso desconfiança e baixa escolaridade propagam esse problema pelo âmbito nacional.
Vale ressaltar, a desigualdade histórica emerge como influênciadores dos problemas no Brasil.No entanto, a problemática não Só se restringe ao processo de agentes,com inclusão social a ressocialização dos ex-presidiários, traz consigo ,a desigualdade social e o preconceito e individualismo é um dos contexto sociais que impede muitos das vezes que a sociedade inteira evolua,tendo comportamento egoístas com os demais da sociedade. Logo essa questão influi sobre a questão de Embates entre encarceramento e ressocialização de ex-presidiários, funcionando como um impasse que impede a sua resolução.
De outra parte, o sistema carcerário brasileiro, ainda hoje ,é considerado "medieval,“somente em 2010 ,foi criada a lei ,que determina a oferta de educação básica e profissional em todas unidade prisionais. A esse respeito,40% dos presídios ainda não tem sala de aula. Que significa que o Brasil ainda vive em grave retrocesso é está distante de considerar uma sociedade evoluída.
Portanto, em contra partida, especialista afirmam que o investimento em educação prisional é essencial para o ressocialização dos detentos . Além disso,se caracteriza como uma possível maneira de evitar a volta a criminalidade.
Dessa maneira, a ressocialização do detentos apresenta-se como uma maneira equietante problemática que vem tentando ser resolvido por meio de medidas educativas . Que tenham ex-presidiários como público alvo. Por fim ,é válido ressaltar esse problema gradativamente erradicado, pois ,conforme Gabriel o pensador. " Na mudança do presente a gente molda o futuro.”

9 Curtidas

8 Curtidas

Embates entre encarceramento e ressocialização de ex presidiários.

O embate entre o encarceramento e a ressocialização de ex-detentos tem virado manchete nos últimos meses. E tomando por base a super lotação de boa parte das penitenciária nacionais a ressocialização é a melhor opção no momento.
Em Minas Gerais, já aderiram ao sistema de ressocialização de ex-penitenciários, e o custo médio que antes era de R$ 2,7 mil por preso baixou para R$ 1 mil por preso. Sendo assim o custo gasto pelo governo baixou cerca de R$ 1,7 mil por preso, permitindo o uso desse dinheiro para outras áreas como educação e saúde. A ressocialização ainda ajuda os ex-presidiários na reintegração a sociedade.
Contudo, ainda tem os riscos corridos com a ressocialização. Uma pesquisa realizada pelo IDEA a pedido do CNJ revela que a cada 4 ex-detentos, 1 volta a ser condenado por algum crime no prazo de 5 anos, uma taxa de 24,4 %. Ou seja muitos ex-presidiários não mudam a sua vida e continuam cometendo os mesmos delitos. O juiz auxiliar Luis Geraldo Sant’ana disse que “É imprescindível lidar melhor com todas as ações e opções desde o primeiro momento em que uma pessoa tem contato com o sistema de justiça criminal, formentando medidas que desestimulem o crime e resulta em investimento social”.
Portanto apesar de todos os riscos e erros estaremos dando uma nova oportunidade de vida para todos.

4 Curtidas

O conceito de entropia,na Física,mensura o grau de desordem em um sistema termodinâmico.No entanto,fora das ciências da natureza,no que concerne aos embates entre encarceramento e ressocialização de ex-presidiários ,percebe-se a configuração de um sistema entrópico,em virtude do caos presente na questão.Com efeito,evidência-se a necessidade de debater a gravidade do problema no país.
Em primeira análise,o excesso de pressos e a falta de verbas para a manutenção dos presidiários,dificulta um funcionamento regular,sendo muito alto os custos para a manutenção dos presídios.De acordo, com a Fraternidade Brasileira de Assistência ao Condenado (FBCA), é mais acessível investir em métodos de ressocialização,com custos inferiores, do que pelo sistema tradicional dos presídios.Consequentemente,as verbas destinadas aos presídios não são suficientes para suprir todas as necessidades dos presidiários, tendo como fator relevante a ressocialização na sociedade e mercado de trabalho.
Por outro lado,existe uma dificuldade de inserção de ex-presidiários no mercado de trabalho, seja pelo preconceito existente por parte da sociedade e baixo nível de escolaridade.Segundo, Zigman Bauman a falta de solidez nas relações sociais é uma característica marcante da “modernidade líquida”, vivenciada no século XX.Nessa perspectiva,vale ressaltar que os desafios de inclusão na sociedade também tem seu peso na questão. Por conseguinte, é gerado sentimentos de desmotivação o que leva a rebelião dos presos com a sociedade,aumentando a criminalidade.
Diante do exposto, é evidente a necessidade de medidas para sanar os embates entre encarceramento e ressocialização de ex-presidiários.Cabe ao Governo investir no método de ressocialização do (FBCA), para que os presidiários se sintam acolhidos pela sociedade e possam se inserir no mercado de trabalho.Dessa forma,os ex-presidiários estarão motivados a iniciar uma vida nova.Só assim,será possível combater os embates entre encarceramento e ressocialização de ex-presidiários e a sociedade não vivenciará a configuração de um sistema entrópico.

6 Curtidas

Embates entre encarceramento e ressocialização de ex-presidiários
Na obra" Memórias do Cárcere",o autor Graciliano Ramos,preso durante o regime do Estado Novo,relata os mais tratos, as péssimas condições de higiene e a falta de humanidade vivenciada na rotina carcerária.
Agora,com o novo Coronavírus, há mais riscos de presidiários ficar doente,por falta de higienização, falta de cuidados. Com a doença, presidiários devem ficar afastado de muita gente, por que não pode haver aglomeração,e o risco de pegar Coronavírus é muito grande,a cada dia que passa aparece mais casos, mortalidade. Cientistas estão criando novos métodos para a cura do Coronavírus. A respeito de ex-presidiários, quando tem a liberdade,muitos ja começa cometer crimes,vender drogas, e mesmo depois de viver muito tempo na cadeia, não se arrepende de nada do que fez. Alguns casos, ex-presidiários querem reconstruir sua vida ao lado de sua família,para ter uma vida digna.
Portanto, cabe ao governo, fazer mais melhoramentos nas cadeias, construir mais presídios,avisar as autoridades a manter os prisioneiros em lugares isolados, não ter muita aglomeração,para que essa fase de doenças que está existindo acabe logo,e que haja mais higienização

1 Curtida

‘’‘A missão da pena consiste, unicamente, em fazer com que o autor desista de cometer futuros delitos’’. A citação do jurista alemão Claus Roxin ilustra a problemática do encarceramento e da ressocialização de ex presidiários. Nesse contexto, os embates que ocorrem sobre esse tema precisam ser observados urgentemente. Por esse ponto perpassam dois importantes vieses: A forma da punição dos infratores e o preconceito na reinserção deles na sociedade.
Ressalte-se,inicialmente, a forma do cumprimento das penas pelos condenados. Nesse sentido, é importante analisar a vida do detento dentro da prisão. Com isso, a falta de investimento governamental, o que acarreta celas lotadas, facções dominando a cadeia e má infraestrutura, contribui para uma deseducação da vida social, onde os indivíduos aprendem que sem violência não tem como sobreviver na prisão e assim voltam a cometer delitos quando libertos. Assim, a frase do psicólogo comportamental Dan Ariely ratifica o exposto: ‘’ Nenhuma sociedade possui propensão natural a algo. Tudo depende dos estímulos’’.Nesse viés, é imprescindível formas de reeducar os presos para retornar a sociedade.
De forma análoga, o preconceito que os ex-detentos sofrem é um problema social. Nesse contexto, é importante observar os dados do Anuário da segurança publica nos quais afirmam que apenas 20% dos ex-presidiários trabalham e somente 13% estudam. Com isso, fica claro o preconceito na volta ao convívio social, o que dificulta a ressocialização e a diminuição da reincidência do crime, já que não achando trabalho, a vida criminal parece ser a unica solução, o que preocupa.
Vê-se,portanto, o preocupante debate a cerca das formas de encarceramento e ressocialização dos ex-detentos. Para resolver esse problema é necessário a reeducação dos presos dentro da cadeia. Para isso, são importantes investimentos por meio do Ministério da justiça e segurança aliado às secretarias de segurança pública dos estados para promover a contratação de psicólogos, sociólogos e professores nas cadeias, para um acompanhamento dos presos dia a dia. Talvez assim, a verdadeira missão da pena seja cumprida.

3 Curtidas

Uma questão bastante discutida neste século XXI, e também nos anteriores. Os embates entre encarceramento e ressocialização de ex-presidiários merece mais atenção, em todas as questões em si.
Sobretudo em que descrevi sobre o tema anteriormente, um exemplo desse argumento é que as pessoas que estão presas sem nenhuma condenação, são consideradas inocentes.
Já a ressocialização de detentos, cita que o governo luta pela inocência dos indivíduos, para que possam voltar a viver em sociedade. Assim como na série Vis a Vis, um exemplo bem como de prisão de mulheres que luta pela sua liberdade, por certo tudo acontece aqui fora.
A liberdade é para todos! Temos que lutar por uma lei para não haver mais esse tipo de embates. Nada é impossível, o importante é não desistir.

1 Curtida

Em um episódio de Grey’s Anatomy, a Dra. Bailey, Arizona e Jo recebem uma paciente grávida que estaria inserida em uma prisão de segurança máxima. A Dra. Bailey se depara com q falta de recursos disponíveis para o cuidado com a população carcerária, o que a faz se despir de preconceitos e a reaprender a humanizar pacientes que estão inseridos nesta situação.
Uma vez que indivíduos cometem crimes e são inseridos nos cárceres, são deixadas de lado pela população livre, as pessoas já não se importam mais, possibilitando a negligência de receberem seus direitos, assim não recebendo educação, sendo obrigados a se adaptarem ao ambiente de encarceramento e quando se tornam ex-presidiários, deparam-se com a falta de empatia, de confiança para que consiga um trabalho e possam voltar a participar da sociedade livre.
Nota-se que a ressocialização desses indivíduos têm sido deixada de lado já que cometeram delitos e precisam pagar por eles. De acordo com a Fraternidade Brasileira de Assistência aos Condenados (FBAC) ressocializar custa menos do que manter sob custódia.
Entretanto o estado não possui interesse que presos voltem a sociedade e participam dela como indivíduos livres, isto precisa de mudança. O governo deve investir nos presos apagarem suas penas fora da das cadeias, criando trabalho para eles e tendo acesso à educação para que assim não voltem a cometer crimes, superando o problema a fim de promover uma melhora Nas condições educacionais e sociais desse grupo.

2 Curtidas

O encarceramento baseia-se no ato de restringir a liberdade de um sujeito como forma de punição por certo crime por ele cometido. Desse modo, são construídos estabelecimentos carcerários afim de abrigar esses tão diversos cidadãos, sendo necessária uma constante edificação de tais prédios quando em um país onde crimes são recorrentes, na tentativa de isolar estes expoentes, o que, muitas vezes, mostra-se ineficiente e até desnecessário.
Contudo, em grande parte das nações, o cárcere é a medida predominante na tentativa de contenção da criminalidade. Em sua obra -Vigiar e Punir- o filósofo político Foucault coloca que a prisão “é a detestável solução, de que não se pode abrir mão” e sendo, por tal motivo, impopular porém recorrente método estatal na repressão de delitos no meio social. Consequentemente o Estado perpetua um modelo que se mostra com resultados significativos em curto prazo porém de custo astronômico.
Por outro lado, essas e outras medidas mostram-se ultrapassadas e até mesmo desastrosas por um lado. Para ilustrar essa perspectiva, podemos citar o Massacre de Carandiru, em São Paulo, quando a Polícia Militar do Estado interviu contra uma suposta rebelião dentro de um presídio em superlotação e resultou, segundo números oficiais, em 111 detentos mortos. Evidenciando, então, a necessidade de alternativas ao cárcere por se mostrar, também, insustentável em um país como o Brasil.
Outrossim, o Estado encontra-se passível de críticas quanto sua capacidade não só de contenção como também da saída das populações carcerárias após a cumprição de suas penas e sua readequação para conviver em sociedade mais uma vez, principalmente quanto a introdução destes no mercado de trabalho. Nesse sentido é pertinente, por parte do Estado, a democratização de condições com o uso de medidas de capacitação, por exemplo, durante o período recluso por seus delitos. Consequentemente um menor índice de retorno a criminalidade e uso de fundos federais desnecessários em prol da segurança pública.

2 Curtidas

O embate entre o encarceramento dos presidiários e também a ressocialização dos mesmos se trata de um assunto muito comentado atualmente. Existem vários pontos dentro do assunto que podem ser comentados, tal como a questão financeira dentro da ressocialização, que mostra um certo ganho ao invés da ideia de enviá-los diretamente para penitenciária, e também um melhor acolhimento diantes dos direitos humanos. Porém, ainda com esses pontos, existe um medo de que esses infratores soltos possam ser um risco a vida da sociedade.
Quando observamos claramente a vida de uma pessoa que danificou alguma lei, podemos chegar a encontrar muitas pessoas que foram “banidas” da população injustamente. Um exemplo claro disso é quando vemos alguém que roubou comida, devido a sua fome (o que não deveria acontecer, já que os próprios direitos humanos mostram uma preocupação com esse assunto). Logo, quando esse indivíduo entra em um processo de ressocialização, ele pode ter acesso a um incentivo para sair da vida das ruas, buscando por emprego, se resolvendo com sua família e até mesmo outros casos que podem existir conforme o assunto.
Logo, quando colocamos em pauta um assunto tão polêmico, devemos saber medir as causas e consequências de maneira mais coerente. Deveria haver uma organização que cuidasse especificamente disso, analisando a vida dos criminosos, sabendo se existe de fato uma quebra dos direitos humanos dentro de sua vida, antes de puni-lo injustamente o enviando para o presídio ao invés de passar algum conselho. Assim, não existiria tanto risco do retorno a criminalidade conforme é tão julgado que pode acontecer (a não ser, é claro, em casos extremos). Dessa forma, existiria um melhor controle sobre a vida dessas pessoas.

1 Curtida
                **Embates entre encarceramento e ressocialização de ex-presidiários** 

Com tudo isso é um dos temas mais abordados com vários conceitos : Primeiro de tudo que a importância da educação para a integração dos presidiários para uma sociedade justa , humana capaz de proporcionar ao setenciado , oportunidades de rever seus atos antissociais . É o segundo conceito e conhecer a Lei de Execução Penal Brasileira , reconhecer e prevê a reabilitação do detento, sabendo que é um de seus direitos .
Entretanto a Lei de Execução Penal Brasileira contempla a ressoacialização de um detento e a sua complexidade de melhorias na educação

Todavia conhecer os aspectos psicológicos e fisicos e interação dos detentos com o pedagogo que é a peça importante para o ensino-aprendizagem ,visto que o sistema prisonal abrange vários tipos de apenados que nem todos podem participar do processo de educação.
Por isso o sistema carcerário brasileiro, ainda hoje, é considerado " mediavel ", uma vez que, não acompanha
a evolução da tecnologia e a passagem dos anos.
A educação e um privilégio e os presos não a merecem é assumida por grande parcela da sociedade. Em contrapartida, alguns especialista afirmam que o investimento educacional prisonal é essencial para a ressocialização dos detentos.

A aprendizagem na prisão por meio de programas educacionais é geralmente considerada hoje um instrumento de mudança, em seu valor estimado a luz da repercussão na reincidência, na integração e, mais importante, na oportunidade de emprego após a libertação do detento.

1 Curtida

Segue minha redação para correção do Desafio de hoje 24/03/2020

3 Curtidas

“Bandido bom é bandido morto”. Uma grande dificuldade que ex-detentos sofrem é ser aceito pela sociedade como uma pessoa que se tornou alguém melhor. Conseguir emprego é quase impossível para alguém que tem ficha criminal.
Presídios pelo mundo estão em circunstâncias precárias para se manter alguém. Mesmo que a pessoa tenha cometido erros, não quer dizer que deva ser tratada como lixo. Embora essa situação exista, também exercem atividades estudantis e trabalhadoras para ajudar na reintegração social quando forem libertos.
Preconceito e desconfiança colaboram para que alguém volte para a cadeia. Assim como a Lei Áurea libertou os escravos, do que adianta estar livre se continuará sendo considerado escravo/ladrão para a sociedade?. A pessoa se sentirá deslocada, e sem ajuda voltará para a vida que tinha.
Leis que dão prioridade para a integração de ex-presidiários no mercado de trabalho colaboram muito para mostrar para eles mesmos e para todos, que mudar, embora seja difícil, é possível.

1 Curtida

No livro kindred, escrito por Octavia E. Butler, vemos o distanciamento entre classes sociais, onde negros não eram considerados cidadãos da sociedade. Ao compararmos com o encarceramento e ressocialização de ex-presidiários, analisamos algo similar, a dificuldade com a socialização com outros indivíduos.
Em primeiro análise, de acordo com o filósofo Protágoras, “O homem é a medida de todas as coisas”, nossos atos determinam o que somos, porém, os fins não justificam os meios , todos os cidadãos são livres para recomeçar.
Em segundo análise, cerca de cada quatro condenados reincide no crime , dados que trazem uma grande alerta, as super lotação e os fatores interno a careta ainda ainda mais com ressocialização com o mundo a fora.
Portanto, é importante citar que todos os homens tem, por natureza, desejo de conhecer, palestras em escolas é fundamental para mostrar que o ser humano é aquilo que a educação faz dele, com isso, não será necessário castigar os homens, entretanto, baseado nisto números de presidiários irá diminuir, para com isso a ressocialização de ex presidiários não será um problema tão grande.

2 Curtidas

De acordo com a pesquisa realizada pelo Sistema Internacional Center For Criminal Studies(ICCS),a média de encarceramento no mundo é de 144 detentos a casa 100 mil habitantes,no Brasil essa média sobe para 300.Celas superlotadas,condições precárias e desumanização são palavras que fazem parte do sistema prisional brasileiro hoje.Tentando diminuir essas estatísticas o governo vem adotando novas medidas para a ressocialização desses detentos.
O excesso de presos e a falta de verbas dificultam o funcionamento do sistema carcerário,gerando assim um ambiente pouco saudável.O processo de ressocialização visa reeducar pessoas privadas da liberdade,consequentemente a falta de práticas que estimulem a retomada aos estudos e ao aprendizado de atividades profissionalizantes acaba por dificultar essa reinserção,e dessa forma mais pessoas retornaram as celas novamente.Somente a saída temporária não é suficiente para a ressocialização,afinal não há escolhas para esses ex-detentos no sustento próprio e família.
Nesse caso é necessário alinhar mais de uma opção,no entanto,a idéia parece não sair do papel ao passo que apenas 18% da população carcerária prática alguma atividade.
Há de se minimizar,portanto esse problema.O governo deve oferecer trabalho e estudos a esses detentos,pois o que falta são iniciativas governamentais para a qualificação dessas pessoas,tendo em vista que irá ser bom para os dois lados.Todavia,a prisão deve ser um ambiente de aprendizado e conscientização,não só de punição pois é essencial mostrar aos detentos que erraram e que podem ser reabilitados de maneira digna e produtiva.Esse é um processo muito necessário mais que ainda está longe do ideal.

1 Curtida

Na atual situação dos presídios do Brasil, temos uma visão de um cenário desumano. A superlotação das celas leva o preso a viver em condições animalizadas, além de mencionar os gastos que o Estado tem com cada preso.
A cada cela de um presídio, o número de presos é ultrapassado e os mantidos apenas para cumprir a sua setença com abandono, unicamente arrumando lugar para inserir mais presos em um mesmo lugar.
Os gastos que se tem em manter um preso encarcerado é maior que a ressocialização, além da questão econômica também é preciso resgatar o indivíduo para viver novamente em sociedade.
Diante dos fatos mencionados é cabível exclusivamente para o Ministério da justiça e segurança pública agregar meios para essa ressocialização se tornar possível para os presos.

1 Curtida

TEMA: Embates entre encarceramento e ressocialização de ex-presidiários

O Brasil possui a 3° maior população carcerária do mundo, sendo mantida em penitenciarias superlotadas e muitas vezes em condições criticas, fazendo com que muitos presidiários enfrentem embates de encarceramento.
Dessa forma, muitos presos fazem multirões para realizarem fugas, que muitos deles acabam morrendo por não obterem sucesso em suas rebeliões. Mas, vale lembrar que muitos chegam a cumprir sua pena e voltam para casa, porem segundo o estudo nos artigos 63 e 64 do Código Penal, só reincide aquele que volta a ser condenado no prazo de cinco anos após cumprimento da pena anterior. Portanto há outros levantamentos já realizados sobre reincidência, com taxas mais elevadas, que costumam considerar a quantidade de indivíduos que volta a entrar nos presídios ou no sistema de Justiça criminal independentemente de condenação.
Contudo, o nosso país enfrenta a ressocialização de ex- detentos na sociedade, pois é difícil para muitas empresas contratarem um ex-criminoso que foi extremamente ofensivo a população e que queira realmente se integrar novamente na sociedade. Pois como fala o dramaturgo e escritor Chico Buarque, “As pessoas tem medo das mudanças. Eu tenho medo que as coisas nunca mudem”, e é dessa forma que a sociedade reage ao reintegrar um ex-detento, tendo medo da mudança que acontece neles.
Desse modo, devemos acreditar que sim existe uma forma de melhorar esse papel de reintegração na vida dessas pessoas, o Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) deve juntamente com o Estado criar medidas para a reaceitação dessas pessoas, com a ajuda de palestras e campanhas publicitarias em empresas e até mesmo nas penitenciarias, para que não haja constrangimento de muitos na sociedade.

1 Curtida